Encontro

Fiquei extremamente honrado em receber o convite para escrever sobre o Movimento e o que ele significa pra mim. Honrado porque muitas outras pessoas poderiam escrever aqui, até com mais tempo de casa do que eu, apesar dos meus 14 anos intensamente vividos neste ambiente maravilhioso, que só me traz coisas boas. Mas se a tarefa foi me dada, assim como nunca fiz no Encontro, não vou negar.

Desde 1996, quando fiz o longínquo 34 EJCC, o Movimento se tornou a minha vida. Sinceramente eu não esperava isto quando fui fazer. E tenho que confessar que como muitos que estão lendo este texto, o começo foi pela “balada”, pelas amizades recém feitas e claro por ter conhecido melhor este nosso Amigo e Pai que o Encontro nos apresenta e aproxima tão bem.

Acho que não há indício melhor do que representa o Encontro na minha vida do que os vários encontros que o Movimento me proporcionou. Conheci a Helena, minha mulher, aqui. Mulher esta que me deu um filho maravilhoso, o Luca, que assim que tiver idade (daqui há uns 14 anos) fará parte também disto tudo. Além da Helena, colocou na minha vida pessoas maravilhosas, “amigos para siempre” como diz a música. E dos nossos padrinhos de casamento, tirando os pais e irmãos, 7 deles eu conheci no Movimento.

O tempo foi passando e a relação foi se tornando cada vez maior e melhor. As atividades que participei sempre me agregaram muita coisa. Dia das crianças em Paraisópolis, Encontros, Reencontros, Crisma e por aí vai. Cada momento passado na companhia das pessoas que lá estavam era sempre sensacional e me fazia crescer na Fé e me aproximar Dele. Todas as equipes que trabalhei ou coordenei foram especiais, formadas por pessoas que Ele colocou a dedo para me ensinarem alguma coisa. Mas confesso que 2 Encontros foram mais especiais. O 42 quando fui monitor pela primeira vez e foi uma sensação incrível e o 58, quando fui apresentador e tinha a missão de espelhar Cristo para todos os que estavam fazendo e trabalhando. E confesso que tenho muito orgulho quando vejo pessoas que fizeram estes 2 Encontros trabalhando e assumindo responsabiliades e papéis importantes no Movimento. Isto me dá uma sensação muito boa de dever cumprido, mesmo sabendo que eu fui apenas uma parte, uma pequena parte do que elas estão colhendo agora. Mas eu poderia parar e escever sobre cada equipe que participei. Com certeza todas elas teriam algo especial a ser contado, acho que eu precisaria de mauito mais espaço...

Não sei se consegui expressar tudo o que sinto por isto tudo, pois as linhas são poucas para tanta estória e tanta coisa boa. Mas se tem uma “coisa” que poderia resumir estes meus 14 anos de Movimento, esta “coisa” é o AMOR. Afinal, se Deus é amor e estamos no Movimento para pasar a palavra de Deus aos outros, o Movimento é puro amor. Seja na esfera humana ou divina, este amor é o que me move dentro do Movimento. O amor pelas pessoas, pelo trabalho, pelo serviço e acima de tudo, o amor por Deus. E quem sabe daqui há uns 28 anos, o Luca não estará aqui escrevendo um texto sobre o Movimento também...

Um beijo a todos e fiquem com Deus!

Déco

 

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